O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 22/10/2020
No limiar do século XXI, é notório que, dentre os médicos e cientistas, ainda é existente aqueles que veem necessário o uso de bichos em experimentos científicos. Pensamento este, tido por pessoas como Aristóteles, aproximadamente em 350 a.C., que além de defender a superioridade humana, acreditava existir uma ‘‘hierarquia natural’’. É necessário fazer algo para por o fim no uso, consequentemente, na dor sofrida por esses seres em testes. Como dito pelo filósofo Jeremy Bentham, a questão não é se eles podem raciocinar ou pensar, mas sim, se podem sofrer.
A priori, tem-se a importância deixar claro o que é feito com as cobaias de laboratório. De acordo com o site Blog.veganos, para testar medicamentos esses seres do reino animália são expostos a uma dor desumana, quando injetados substâncias, inseridos eletrodos em seus cérebros ou quando são postos para inalar fumaça. Outrora, o departamento mais cruel é o de cosméticos, onde os coelhos, escolhidos na maioria das vezes por possuir grandes globos oculares, tem a cabeça presa e são obrigados a ficar com os olhos abertos, segurados por clips metálicos para os manter dessa forma, por dias, sem poder ao menos piscar ou sequer dormir.
Ademais, outro fator imprescindível, é referenciar o porta voz e deputado do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) que diz ‘‘Não se trata de uma questão apenas emocional e empática […] mas sim de lutar contra uma ciência ultrapassada que ainda utiliza animais em suas pesquisas […]’’. Somado a isso, já foi anunciado e defendido por alguns sites e pesquisadores, que essas experimentações em criaturas inocentes são ineficientes, uma vez que muitos falham, apresentam reação oposta ou até mesmo, em alguns casos, nenhum retorno.
Torna-se evidente, portanto, que uso de seres da fauna como experimento de laboratório é totalmente desnecessário e tem que ser substituído imediatamente. Com o objetivo de reduzir essa problemática e criar conscientização na sociedade, que nenhum ser merece ser submetido a tortura ou agressão, cabe ao governo trabalhar em palestras e órgãos de regulamento. Além de investir em métodos como a utilização de computadores, seguidos de tecido humano, já existente. A fim de reduzir ao máximo as milhares de mortes do reino animal causadas por esse problema.