O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 22/10/2020
No contexto social vigente, os remédios e produtos de beleza tem aumentado consideravelmente, isso se deve ao uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil, entretanto, tal uso pode ser acometido por crime de maus tratos aos animais caso não seja feito de forma correta.
Em primeiro plano, é de suma importância lembrar que de acordo com a LEI Nº 11.794 Art 3º IV – morte por meios humanitários: a morte de um animal em condições que envolvam, segundo as espécies, um mínimo de sofrimento físico ou mental. Parágrafo único. Não se considera experimento: I – a profilaxia e o tratamento veterinário do animal que deles necessite; II – o anilhamento, a tatuagem, a marcação ou a aplicação de outro método com finalidade de identificação do animal, desde que cause apenas dor ou aflição momentânea ou dano passageiro; III - as intervenções não-experimentais relacionadas às práticas agropecuárias. qualquer uma dessas infrações não são considerados experimentos, mas sim forma de maus tratos aos animais
Outrossim, é importante também, pensar que graças aos animais a pesquisa cientifica tem avançado de modo vultoso, tanto que remédios para doenças como, varíola, tétano, raiva, hepatite, poliomelite, HIV e meningite, foram criados a partir de testes em animais.
Diante dos fatos expostos, o MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação) deve, por meio de seminários e palestras sobre desenvolvimento cientifico, conscientizar os pesquisadores a terem outras formas de pesquisar e desenvolver produtos sem a necessidade de envolver animais, para que especies como beagles que são usados em testes, não sofram e corram o risco de extinção.