O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 22/10/2020

Hodiernamente, no Brasil, é permitido o uso de animais em testes científicos, porém, alguns estados do país não concordam com essa permissão e acabaram criando lei estadual para a proibição dos animais nesses testes. Um desses exemplos é o Estado de Minas Gerais,  que colocou a Lei Estadual 23.050 em vigor, no ano de 2018. São pouquíssimos os estados no país que contém lei que proíbe testes químicos em animais, e entre eles estão os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Amazonas, Minas Gerais (como já dito) e Pará.

Os testes permitidos nos Brasil são para ensino e  pesquisas, inclusive cosméticos. O país permite essa prática devido ela ser praticada a mais de 300 anos, e independente dos casos de morte, no final ter um resultado positivo. Cientistas acreditam que perdendo vidas de 3 animais é possível salvar milhares de outros animais, assim como diz o ditado: uma vida por outras vidas. Porém como em toda questão há os que são a favores, também existem aqueles que são contra e fazem de tudo o possível para que esses testes sejam feitas de outras maneiras.

Uma maneira encontrado foi o teste em peças anatômicas coletadas em matadouros certificados. Assim, em vez de aplicar um produto químico na pele ou no olho, por exemplo, de um animal vivo, a eficiência dos produtos é testada em tecidos de animais já abatidos para o consumo. “Com a substituição, reduz-se o uso animal e, ao mesmo tempo, as técnicas são refinadas, para que possam ser aplicadas em animais abatidos, sem que a pesquisa perca sua eficiência”, afirma o professor Marcelo Souza da Universidade Federal de Minas Gerais.