O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 23/10/2020

Desde a Grécia antiga, os animais têm sido usados ​​para adquirir conhecimento científico junto com seu desenvolvimento. No entanto, o abuso de animais por diversos representantes da comunidade científica tem causado discussões de cunho ético e científico, envolvendo profissionais da biomedicina e de outras áreas, bem como da filosofia moral, que se empenham para que esses seres sejam atendidos de forma ética e estabelecem restrições ao seu uso.

O uso de animais pode ser cruel, porque nem todo mundo pensa que eles são tão importantes quanto os próprios humanos. Muitos animais foram abusados ​​e experimentaram a extrema ignorância humana e necessidades biológicas básicas. Mas graças a essas experiências, temos feito grandes conquistas, se os animais não forem usados ​​na pesquisa de medicamentos, vacinas e até mesmo em estratégias cirúrgicas, isso é impossível de se conseguir.

No entanto, os pesquisadores afirmam que a tecnologia de cultura de células e modelos de computador podem ser usados ​​para substituir os animais do estudo, mas alguns métodos são obviamente mais caros, por isso é economicamente vantajoso para a empresa continuar as pesquisas em cobaias. Desta forma, o chamado “lucro fácil”.

Além disso, existem algumas leis que “aprovam” experimentos em animais, como a Lei nº 11794, que se limita ao me, território nacional e certas normas específicas. Com isso, é viável estabelecer um laboratório secreto, onde são feitas pesquisas cruéis, muitas das quais desconhecidas da Anvisa.

Portanto, se a Anvisa impor regulamentações mais rígidas em suas leis e as pessoas escolherem empresas que não utilizam animais como cobaias para testes científicos, definitivamente haverá indústrias condenadas a testes ilegais.