O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 23/10/2020
Desde que existiu doenças por bactérias ou vírus, principalmente as contagiosas, o ser humano sempre buscou uma forma de desenvolver uma cura eficiente e de curto prazo contra esse problema, porém nós sabemos que antes de ser distribuída é necessário fazer um teste para comprovar se tal vacina pode ser injetada no corpo. Ao passar dos anos a comunidade científica conseguiu várias formas de testar essas vacinas, mas parece que a mais usada é a utilização de animais como cobaias para o avanço científicos que em sua maioria, são considerados mais um produto do que uma vida para ser valorizada.
Segundo a Lei N° 11.794 de 8 de outubro de 2008 artigo 1 diz que a criação e a utilização de animais em atividades de ensino e pesquisa científica, em todo território nacional fica restrita aquelas atividades relacionadas ciência básica ou aplicada, desenvolvimento tecnológico, produção e controle da qualidade de drogas, medicamentos, alimentos, imunobiológicos, instrumentos ou qualquer outros testados em animais. Outro dado da revista Gazeta, diz que mais de 115 milhões de animais são usados como cobaias, como também os Estados Unidos com ajuda da INS (Instituto Nacional da Saúde) e do Comitê defendem a eliminação dos testes contra animais, oferecendo uma rota para proteger todas as formas de vida, independente de ser humano ou não.
Os dados apresentados anteriormente, mostram a gravidade do problema não só oque pode gerar a sociedade fazer. O melhor exemplo é o dia em que manifestantes depois de receberem uma denúncia, entraram em um laboratório, libertando vários cachorros da raça beagle, porque o autor da denúncia disse que esses cachorros estariam sendo sacrificados com métodos cruéis em um porão. A solução nunca é a violência, por isso a melhor opção seria a conversa nacional com os políticos, mas também as autoridades judiciais do nosso país para rever esse conceitos éticos e morais.
Portanto, entende-se que mesmo no passado, usando procedimentos simples para o teste em animais, embora hoje os cientistas buscam outras formas para fazer a mesma coisa, só que sem afetar os bichos como por exemplo o uso da pele humana doadas depois das cirurgias plásticas, capaz de virar uma outro método se for bem investido. Feito isso, os avanços científicos poderão continuar sem interrupções causadas pela sociedade assim como protegendo as formas de vidas não humanas.