O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 23/10/2020
Muitas empresas estão descartando o uso de animais em pesquisas e testes científicos, e já desenvolveram métodos para garantir a segurança de produtos sem a utilização de animais, o que acaba sendo algo positivo para o marketing, já que há pessoas que são totalmente contra produtos que são testados em animais. Apesar de alguns biólogos, geneticistas, veterinários e médicos acharem que é imprescindível o uso de animais, mostra que é possível em alguns casos, realizar outros tipos de teste.
Em 2008 entrou em vigor uma lei, na qual defende que esses animais só podem ser usados a partir do momento que não cause maus tratos e só usadas apenas em pesquisas científicas, que são relacionadas a ciência básica, ciência aplicada, desenvolvimento tecnológico, produção e controle de qualidade. Os cientistas acreditam que sem esses animais, a ciência médica poderia decretar falência no país, e que em algumas ocasiões os animais não podem ser substituídos, e por isso, essa ação é liberada no mundo, desde que seja seguida a lei.
Apesar disso, muitas pessoas são contra e juntam grupos para pedir um fim às pesquisas científicas que fazem os testes em animais, assim como aconteceu na invasão ao Instituto Royal, no estado de São Paulo. Alguns acreditam que esses métodos são cruéis, e optam por não comprar produtos que venha no rótulo, “testado em animais”. Até mesmo a legislação brasileira recomenda que se desenvolvam novos métodos, e os pesquisadores estão lutando para minimizar o uso de animais em testes.
As pesquisam científicas utilizam animais por necessidade, e não crueldade, por esse motivo foi aprovado a lei em 2008. É importante que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), junto as Comissões de Ética no Uso de Animais (Ceuas), fiquem atentos se os laboratórios realizam os testes dentro das normas estabelecidas. Além de que continuem com pesquisas para que o uso de animais diminua cada vez mais, assim atendendo a necessidade dos cientistas e fazendo com que minimizem esse uso.