O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 23/10/2020

Excessivamente e constantemente se discute acerca dos testes com animais. Alguns profissionais capacitados da área defendem que é indispensável para o avanço cientifico em geral, outros discordam afirmando ser uma prática desnecessária e imoral. Em meio há tantas opiniões diversas, animais ainda são utilizados em muitos meios de pesquisas, como objetos de teste para várias empresas e instalações, o que ocasiona em seu sofrimento e revoltas populares.

Durante a Segunda Guerra Mundial, prisioneiros humanos inimigos eram usados como cobaias em experimentos científicos. A prática com humanos foi proibida anos depois do fim da guerra, mas continuou com espécies animais de porte pequeno como camundongos e coelhos. Embora em alguns casos, não haver alternativas além do uso de cobaias vivas, tal prática revela-se cruel e egoísta, sendo considerado por muitos um crime sem perdão. Além disso, comprova-se ser ineficiente e apresentar um número bem grande de falhas em 92% dos casos, segundo a Vigilância Sanitária dos Estados Unidos da América, EUA.

De acordo com uma pesquisa da Datafolha, cerca de 41% dos cidadãos  brasileiros são totalmente contra testes e pesquisas em animais. A partir desse dado, fica claro e evidente que a maior parte da população está consciente e aprova os maus tratos e a crueldade que fazem parte dos  diversos experimentos realizados. Diversas manifestações e encontros acontecem  frequência, como o que ocorreu no Estado de São Paulo em 2012 quando ativistas invadiram um criadouro e libertaram cachorros  da raça canina Beagles que eram forçados e usados em partes de experimentos.

São necessárias que medidas de intervenção sejam tomadas para abolir os testes em animais. Portanto, torna-se de suma importância que o Governo Federação Brasileiro direcione maiores investimentos e verbas a pesquisas que busquem métodos alternativos para realizar os experimentos.