O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 25/10/2020
A muito tempo as pesquisas e os testes científicos eram feitos em animais como: ratos, coelhos e cachorros, que são usados desde o século XIX para examinar os efeitos de doenças e vacinas, para que, em seguida possa ser aplicado no ser humano. Porém algumas pessoas enxergaram, esse método de pesquisa, como uma forma de tortura para os animais de laboratório.
Houve uma série de experimentos, na época da Guerra fria, para disputar a chegada do homem ao espaço, mas para isso exigia testes de alguns seres vivos. Um desses seres vivos foi a Cadela Laika, que decolou no dia 03/11/1957, com o objetivo de saber se um animal era capaz de permanecer na órbita da terra, mas infelizmente a cadela não sobreviveu. A missão desencadeou um debate global sobre abuso e testes com animais em geral para promover a ciência. No Reino Unido, a Liga Nacional de Defesa Canina pediu a todos os donos de cães que observassem um minuto de silêncio, enquanto a Sociedade Real para a Prevenção da Crueldade contra Animais (RSPCA) recebeu protestos antes mesmo da Rádio Moscou terminar de anunciar o lançamento.
Dessa forma o Brasil precisa tomar medidas para a diminuição dos testes feitos em animais, como: uso de técnicas físico-químicas, uso de modelos matemáticos ou computacionais, uso de organismos inferiores não classificados como animais protegidos (larvas de camarão ou o uso de pulga d’água) e vários outros métodos…Como diz Jeremy Benthan “ a questão não é se os animais racionam, ou se eles podem falar, mas se eles sofrem”.