O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 24/10/2020
No filme “Planeta dos Macacos”, os macacos eram utilizados como cobaias para experimentos prejudiciais a sua saúde, pois os cientistas só consideravam o desenvolvimento da ciência e no bem como próprio. Analogamente, o filme lembra a realidade do uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil. Infelizmente, não só a nocividade humana, mas também a negligência têm confirmado a devida condenação a esse sistema.
Em primeiro lugar, é importante ressaltar que, embora existam métodos veganos para comprovar a eficiência de produtos, muitas indústrias de cosméticos ainda fazem a utilização de testes em animais. Dessa forma, o organismo desses seres é deveras prejudicado, visto que ficam expostos a produtos químicos fortes. Consequentemente, muitos bichos sofrem sequelas permanentes, como: mutações negativas, doenças e incapacidades, logo, a reformulação desse processo é indubitável.
Cabe mencionar, em segundo plano que, a medicina é outro ramo que utiliza muito desse sistema e, vale ressaltar que, a ciência é capaz de descobrir outros métodos de avaliações, porém não há necessidade, visto que a proibição declarada pela Lei 11.794 é limitada a que animais podem ou não ser usados, logo se considera inútil à busca por outros procedimentos. Por consequente, de acordo com uma pesquisa feita pela ANDA relata que, anualmente, mais de 100 milhões de animais sofrem e morrem devido à submissão a experimentos laboratoriais. Portanto, fica claro que a evolução da biologia em questão de tecnologia é incontestável para que parem de sofrer injustamente.
Logo, medidas públicas são necessárias para alterar esse cenário. É fundamental, portanto, o investimento do Estado com a liberação de verbas em universidades para incentivar as pesquisas em métodos eficazes para substituir animais em experimentos por células “in vitro”, micro-organismos, materiais sintéticos e modelos matemáticos. Desta forma, os animais estarão menos propensos a crueldade e o espaço cientifico estará com valores mais éticos, além de aprimorar seu desenvolvimento.