O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 26/10/2020

De acordo com a lei número 9605, a pessoa que pratica abuso, maus-tratos, ou feri animais exóticos, silvestres e domésticos recebe pena de um a quatro anos e multa. Apesar disso, ocorrem frequentemente o uso de animais, como ratos e coelhos, para testes científicos, onde a maior parte desses seres vivos morrem. Os médicos e cientistas atuais utilizam esse método dizendo ser o mais válido e eficiente.

Hoje existem diversos meios de testes para vacinas, remédios e pesquisas, entretanto os pesquisadores insistem em afirmar que os animais são os mais confiáveis e úteis. De acordo com a médica veterinária Carla de Freitas Campos, diretora do Instituto de Ciência e Tecnologia em biomodelos (ICTB/Fiocruz), “Ninguém opta por usar animais, havendo métodos alternativos validados e comprovadamente eficazes para aquele teste. Mas ainda hoje, apesar da evolução tecnológica, não existem alternativas válidas para todos os estudos que precisam ser realizados”.

É afirmado por diversos especialistas que o uso de animais é opcional, entretanto continuam recorrendo a essa solução escassez, o jornal DW afirma que mais de 3 milhões de animais morrem por ano nos Estados Unidos através de testes científicos. Alguns dos modos como ocorrem esses testes são através de inserção de substâncias tóxicas em seus olhos, inalação forçada de fumaça e implantação de eletrodos em seu cérebro são apenas algumas destas práticas.

Por meio desses fatos, é necessário a ação do governo interferindo nas experiências de laboratório, proibindo permanentemente o uso de animais. A cada dia existem descobertas novas no meio da tecnologia, deve-se ser desenvolvido um meio para não usar seres vivos em pesquisas e testes de funcionamento.