O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 25/10/2020
A ciência evolui constantemente e com ela as curas, prevenções e métodos para o bem da humanidade progridem. Os testes em animais em pesquisas científicas ocorrem desde a antiguidade, em que tudo era testado neles. Atualmente isso reduziu bastante, todavia não deixa de ser uma problemática para o país e para o mundo. A busca pela profilaxia de diversas doenças com a utilização dos animais, que é imprescindível, segundo cientistas, e as novas alternativas de testagens que tenham um resultado de sucesso, são pontos que intrigam a sociedade.
Com o uso de animais em testes, houve saltos na medicina. As vacinas contra o tétano, raiva, varíola, a insulina para auxiliar no tratamento da diabete, os antibióticos, o marca-passo, a quimioterapia e entre outros inúmeros avanços. Pelos bichos e os seres humanos obterem os mesmos órgãos e sofrerem por doenças semelhantes como a asma e o câncer, por exemplo. Esses métodos são fundamentais para complementar as informações que hoje, já ajudou e ajuda muitas pessoas.
Contudo, os animais como os homens, sentem medo, dor e sofrem com os experimentos e até casos de torturas. Cerca de 115 milhões de bichos são usados todos os anos para esses fins, entre eles os ratos, camundongos, macacos, cachorros e diversas outras espécies. Com tanta atualização e evolução no ramo científico, na época atual pode-se utilizar mecanismos para que os experimentos poupem o reino animal, como as tecnologias in vitro, culturas bacterianas, simuladores de pacientes humanos e entre outros.
Portanto, não será de um dia para o outro que os animais não serão as vitimas dos testes, isso leva tempo e um equilíbrio. As instituições de ensino poderiam atuar discutindo a questão da ética sobre o uso dos animais com os estudantes, para que os mesmos construam uma opinião e posicionamento sobre o caso. O consumidor ao analisar os cosméticos e produtos de beleza é de suma importância, pois com ela consegue-se saber se houve testes nos bichanos, desse modo as indústrias poderiam repensar novas estratégias sem a utilização de dor em animais.