O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 25/10/2020
Pesquisas feitas em animais têm sido aplicadas desde a antiguidade. Na Grécia Antiga, médicos dissecavam bichos vivos para estudos de anatomia e fisiologia, as chamadas vivissecções. Tal prática continua sendo comum e tem causado bastante repercussão na atualidade, pois vários setores da sociedade são contra esse ato.
Em primeiro plano, vale ressaltar que, os testes com animais têm sido muito importantes para a maioria das descobertas médicas, ademais os seres humanos têm características parecidas com alguns deles e vários métodos de cirurgia e exames foram se sofisticando através desses estudos. Entretanto, é aético sujeitar a vida desses bichos e causar dor e medo aos mesmos, sendo de extrema importância, medidas que atenuem esses atos.
Além disso, pode-se destacar as indústrias de cosméticos, medicamentos, brinquedos e até materiais escolares como as principais praticantes desta malevolência, utilizam os animais para testes de irritação nos olhos e na pele. Contudo, perante a lei Arouca (n.º 11.794), a criação e a utilização de animais para essas atividades devem ser licenciadas pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, dificultando essa prática e minimizando os atos de crueldade com os bichos. Apesar disso, ainda não é o bastante para preservar a vida desses animais.
Portanto, é improrrogável, que Cientistas juntamente com os Órgãos responsáveis pela Ciência e Tecnologia, descubram novas formas de testes sem a utilização de animais, através de pesquisas e estudos aprofundados, com a ajuda da tecnologia presente nos dias atuais. Além do Governo que juntamente com a Defesa Ambiental fiscalize com mais eficácia as indústrias praticantes. Dessa forma acabar com o sofrimento e maus tratos dos bichos usados como cobaias.