O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 25/10/2020
Muito se discute acerca dos testes com animais. Alguns cientistas defendem que é indispensável para o avanço científico, outros alegam ser uma prática desnecessária e imoral. Em meio a tantas opiniões controversas, animais ainda são utilizados como objetos de teste por várias empresas e instituições, o que acarreta em seu sofrimento e diversas revoltas populares.
Primeiramente, é certo que a humanidade fez experimentos com bichos para que, se houvessem erros, aqueles que sofreriam com esses. A afirmação do egoísmo da maioria das pessoas é provocada nos acontecimentos envolvendo corrupção, a qual está presente na política desde a Primeira República (1889-1930), pois esses ladrões não davam importância para parte da população atingida pela desigualdade de renda, como o povo de Canudos. Logo, se o Homo Sapiens quer ser ganho passando por cima de seus semelhantes, pior será com os outros seres vivos.
Consequentemente, os malefícios são para os animais, que passam por más situações e sofrem para que haja evolução, sobretudo a medicina. Isso se aparenta com o caso do personagem Sem Pernas, de Capitães de Areia, livro de Jorge Amado, pois o menino, coxo, apanhou para que os guardas tivessem diversão com a cena. Diante disso, vê-se que os Sapiens, que estão no topo da cadeia alimentar por conta da capacidade de pensar, submetem os seres inferiores mentalmente, até mesmo à morte, ansiando evoluir e ter ganhos maiores.
Insere-se, por tanto, que medidas são necessárias para minimizar essa problemática. Tais como o Ministério da Tecnologia (MCTI) pôr em prática as inovações da área, através de estudos com profissionais qualificados, a ideia é que, por um meio tecnológico os avanços científicos sejam a base para reduzir o proveito desses animais. Ainda mais, o Estado deve disponibilizar verbas para essas pesquisas, bem como incentivar o estudo na área, para assim, reduzir o problema no presente e progredir no futuro sem a exploração de animais.