O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 25/10/2020

A utilização de animais em experimentos científicos é descrita desde o século V a.C. Os avanços científicos na área da saúde são atribuídos a modelos de animais. O status moral dos animais sempre foi debatido. Com frequência comenta-se sobre os maus-tratos relacionados aos experimentos de animais, que com o passar dos anos só aumentam.

No entanto na legislação brasileira o presidente Jair Bolsonaro, sancionou na  terça-feira do dia (29/9) a Lei 1.095/2019, que de acordo com ela  a punição aumenta para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilação de animais. Conforme a nova legislação, a pena agora vai de dois a cinco anos de prisão, além de multa e a proibição de guarda de novos bichos. Neste fato, isso significa que os maus-tratos aos animais irão diminuir diante desta lei, como também já é um grande passo para a proibição da lei  que aprova o uso de animais em experimentos científicos.

Pesquisadores e empresas buscam meios para abolir ou reduzir o uso de animais em testes de laboratório, porém a cada ano mais de cem milhões de animais são sacrificados em laboratórios pelo mundo para uso em aulas, pesquisas e testes.

Em virtude dos fatos mencionado, no Brasil um grupo de pesquisa  na Universidade de São Paulo,  estão produzindo pele artificial a partir de células retiradas de doadores. A pele criada reproduz os mesmos tecidos biológicos do ser humano que pode ser utilizada para avaliar a toxicidade e a eficácia de novos compostos nas indústrias farmacêuticas e de cosméticos sendo assim, evitando o uso de animais em testes.