O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 24/10/2020

No planeta que vivemos e o que mais conhecemos, os animais tem uma principal divisão: os racionais, nós humanos, e os irracionais que são a classe dos que são testados com mais frequência. É possível ver dentro da sociedade racional que suas opiniões em questão dos tetes científicos feitos em animais, formam uma partição de dois lados, contra e a favor, a tais fatos.

É possível evidenciar esse tipo de situação com o caso ocorrido no instituto Royal, onde, segundo os ativistas, os cães da raça beagle eram mau tratados e mortos de forma perversa pelos responsáveis. Esse caso gerou uma grande discussão em pauta dos testes científico feitos com animais no país.

Contudo a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) possui uma lei, a Lei 11.794, de 2008, Lei Arouca, que permite o uso dos animais nas pesquisas e testes científicos. Isso e mais outros fatores acabam causando a repetição desnecessária dos testes, o que acareta na morte de muito dos animais sem motivos decisivos aparentes.

Portanto, o Brasil é um país naturalmente diversificado e possui grande quantidade de animais em território, mas essa abundância não é um selo justificatório para as atitudes cruéis que os animas são obrigados a passar, além disso, “permitidos”. No século XXI, a tecnologia é presente no departamento científico e em qualquer parte de pesquisa e testes. Uma das soluções para os mau tratos e a excessividade de testes, é a substituição desses métodos pela própria tecnologia, aprimorando assim os seus resultados e processos, diminuindo o tempo.