O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 22/10/2020

Em 1939, o cientista inglês Gregor Mendel, desenvolveu um sistema de pesquisa chamado: organismo modelo, que consiste em utilizar uma espécie animal com um curto ciclo de vida para realização de experimentos científicos. Cientistas brasileiros, em contraste com Gregor Mendel, têm o foco de suas pesquisas, que usam animais, nas áreas saúde e educação científica, importantes para o desenvolvimento brasileiro na medicina e na ciência. Apesar disso, o uso de animais em testes científicos no Brasil ainda tem sua necessidade questionada por ativistas, populares e até mesmo cientistas que alegam crueldade aos animais, muitas vezes por não ter conhecimento sobre o assunto e quanto e importante esses teste em animais antes. Além disso, o dr. John Pippin, diretor do Comitê de Médicos por uma Medicina Responsável, afirma que os experimentos com animais podem ser excluídos nesse momento e sem qualquer custo para o avanço científico. No entanto, Silvana Gorniak, médica veterinária da Universidade de São Paulo (USP), diz que não é uma opção e que não podem ser substituído. Desse modo, é preciso não só reduzir esses experimentos, mas também viabilizar os recursos onde há a possibilidade de substituir . Outrossim, ativistas e populares brasileiros a favor dos direitos animais se mostram contrários aos testes e pesquisas que usam animais. Fazendo o uso dos meios de comunicação, principal ferramenta divulgação ideológica dos grupos ativistas, compartilham informações tendenciosas sobre o maltrato animal em pesquisas científicas. As notícias tendenciosas comovem uma grande camada popular que adere à suposta causa animal, criticando a comunidade científica que realiza testes em animais com intuito de garantir segurança humana e progresso científico. Insere-se, portanto, que medidas são necessárias para reduzir esse problema. Tais como o Ministério da Tecnologia (MCTI) pôr em prática as inovações dessa área, através de estudos com profissionais qualificados, a ideia é que, por um meio tecnológico os avanços científicos sejam a base para reduzir o proveito desses animais. Ainda mais, o Estado deve disponibilizar verbas para essas pesquisas, bem como incentivar o estudo na área. Através desses investimentos é possível mudar essa realidade a fim de garantir a integridade física dos animais, pois é possível para a ciência evoluir sem precisar mutilar ou sacrificar seres vivos.