O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 24/10/2020
O desenvolvimento científico têm grandes momentos que marcaram a história, como foi o caso da vacina para combater a meningite, em que foi desenvolvida a prevenção e o tratamento da mesma. Mas, por trás disso, está uma cruel condição, os experimentos em animais, como em ratos e coelhos, que ocorre até hoje, envolvendo muitos mitos e motivados por questões econômicas e muitas vezes desnecessárias.
A vivissecção é uma prática de exploração em que não se preserva a vida de muitos animais, os fazendo passar por experimentos dolorosos. Fenômeno muitas vezes justificado à mitos, como, que somente por conta de tais experimentos foi possível combater doenças. Contudo, apesar de terem auxiliado, muito do combate às enfermidades foi e é devido a medidas preventivas, como a melhorias nas condições de saneamento. A diminuição de casos da doença malária é um exemplo, que fez com que de 2008 em diante a existência decaiu significativamente.
Ademais, são as questões econômicas, principalmente do campo farmacêutico, pois com a descoberta de novas doenças, serão necessários novos medicamentos, o que motiva ainda mais os testes em animais, aumentando o faturamento dessas empresas. Por isso, muitas companhias defendem os experimentos. Um exemplo disso é o aumento da indústria de cosméticos que vem aderindo ao fim dos testes, como as empresas Dailus, Vizzela e Natura, mostrando que é possível uma atividade comercial sem tal prática, com uma enorme quantidade de produtos veganos
Dessa forma, percebe-se como é abusivo os experimentos com animais, pois é uma prática violenta, cruel e desnecessária, com finalidade apenas econômica. Dessa forma, é necessário que a Receita Federal, juntamente com o Ministério de Proteção Animal se unam para combater tais práticas, através de incentivos fiscais, como a diminuição de impostos para empresas que não fizerem testes em animais e também para o aumento das fiscalizações nas indústrias.