O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 01/09/2020

Desde a antiguidade, diversos médicos e curandeiros utilizavam diversas espécies silvestres e domésticas com o objetivo de estudar para aprofundar os conhecimentos sobre os seres vivos. No Brasil, atualmente, essa realidade continua presente em pequenas e grandes empresas. Nesse sentido, é possível afirmar que pesquisas com animais apresentam tanto aspectos positivos quanto negativos. Isso se evidencia pela necessidade de testar medicamentos e pelo sofrimento dos envolvidos.

Em primeiro lugar, a descoberta de novos remédios é condicionada por um rigoroso processo de verificação dos efeitos colaterais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os medicamentos devem ser regulamentados para comprovar a eficácia. Sob esse aspecto, é perceptível a necessidade de pesquisas em animais para não comprometer a vida dos cidadãos. Desse modo, infelizmente, apesar de nocivo, são indispensáveis esses testes que salvam milhões de vidas com os resultados.

Por outro lado, o uso de seres vivos pelo bem das pessoas é questionável, em vários casos. Durante o século XX, a insulina, hormônio que regula a quantidade de glicose no sangue, era extraída de porcos para aplicar em indivíduos com diabetes. Contudo, felizmente, após diversos protestos, foi descoberto, no ramo da biotecnologia a capacidade de fabricar essa substância em bactérias. É, pois, inadmissível que, quando houver múltiplos métodos alternativos, faça o uso de animais em experimentos científicos de modo desnecessário e cruel.

Dessa forma, é de suma importância minimizar os impactos negativos das pesquisas em animais no Brasil. O governo, portanto, deve limitar o uso de cobaias. Isso acontecerá por meio de campanhas, com o auxílio de palestras e materiais online para melhor compreensão do público sobre o assunto. Espera-se, com isso, que o número de testes em outras espécies diminua apenas para a quantidade indispensável.