O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 26/08/2020

O documentário “Maximum Tolerated Dose”, produzido por Karol Orzechowski, relata as vidas de Humanos e animais “não-humanos” que passaram pela experimentação animal. Ademais, são mostrada entrevistas a cientistas, técnicos de laboratórios cuja ética fez com que seguissem por caminhos distintos, ao mesmo tempo são mostradas as histórias de animais que viveram momentos de tortura nos testes. Assim, fora da obra, é evidente que os bichos sofrem com transtornos físicos e psicológicos, haja vista que a taxa de oste desses “não-humanos” tem aumentado, pois utilizam uma grande demanda de produtos químicos nos testes, e também pode ocorrer deformações e doenças a eles.

Sobre esse viés, vale ressaltar que a utilização de produtos químicos só agrava o impasse. Assim, de acordo com a Humane Society International, mais de 100 milhões de animais são mortos todos os anos  em laboratórios espalhados sobre o mundo. Porém, para muitos cientistas e biólogos a aplicação desses bichos é essencial para a medicina, pois é a partir desses testes que ocorre as vacinas. Desse modo, técnicos de laboratórios injeta uma maior quantidade de substância nos “não-humanos”, ocasionando assim a morte deles.

Outrossim, cabe salientar que para os cientistas a decisão de usar os animais nas pesquisas não é simples, pois qualquer erro nas pesquisas pode ocasionar deformações ou doenças. Ademais, de acordo com uma reportagem do jornal “Bom Dia São Paulo” ativistas denúncia de forma anônima empresas como o Instituto Royal por sacrificar cachorros em testes laboratoriais, pois o risco da empresa nas pesquisas é alta.

Destarte, portanto, as necessidades de medidas tangíveis para que não ocorra mais a utilização desse bichos. O Ministério  do Meio Ambiente (MMA), por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e comunicações (MCTIC), deve criar máquinas com o objetivo de substituir os animais, assim eles não ficaram expostos a uma forma de tortura. Com isso, o documentário não mostraria a precariedade de vida desses bichos.