O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 25/06/2020

Durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1934 a 1945, alguns países utilizavam de animais para testes científicos e militares. Contudo, essa prática não se deu fim com a guerra, pesquisas na área da ciência ocorrem regularmente nas empresas farmacêuticas e cosméticas. Logo, esse método infeliz e retrógrado deve ser extinguido, uma vez que mata milhões de animais e opções distintas para testes já estão disponíveis no mercado.

A priori, é imperioso destacar que, de acordo com a ONG (Peta) Pessoas em tratamento ético dos animais, aproximadamente cem milhões de animais são utilizados por ano no mundo e  três milhões morrem, devido as falhas em testes. Além disso, esses seres são expostos a elementos químicos, assim sofrem uma espécie de tortura em casos de rejeição do organismo, reitera os ativistas da organização.

Inegavelmente, os animais têm um papel fundamental na produção médica, cosmética e veterinária, afirmam cientistas da (SBPC) Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. Em contrapartida, a utilização de células humanas em laboratório, para testes, é uma medida de realizá-los sem ferir a integridade do animal e assegurando a qualidade do produto em humanos ,segundo à Peta. Ora que, não possibilita a chance de êxito no animal e rejeição no organismo humano, fator que pode ocorrer com  esses testes.

Acerca dessa lógica, torna-se evidente a necessidade de mobilização pelo fim dos testes em animais. Sob essa ótica, cabe ao estado reforçar o investimentos na produção tecnológica do país, tornando a utilização de células humanas viável para a realidade brasileira. Além disso, prover benefícios fiscais para as empresas que aderirem o movimento. Dessa forma, gradualmente essa crueldade com esses indefesos acabaria, sem grandes impactos nas corporações e paralelamente valorizando a indústria tecnológica nacional.