O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 27/05/2020
É de conhecimento público os animais terem sido usados no desenvolvimento de antibióticos, comésticos e vacinas como raiva e febre amarela. Embora a tecnologia tenha evoluído ao longo dos anos ainda não existe meios alternativos comprovados para pesquisas efetivas nos meios laborais.
No Brasil, a lei permite o uso de animais como cobaias. Isso só é possível em situações em que a mesma não sofra, os experimentos sejam de cunho científico e os cientistas são obrigados a manter um conselho de ética. As instituições tem que ser comprovadas no CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal). Para a aprovação dessas credenciais são ultilizados os príncipios dos 3Rs: Replamecement: sempre que possível serão ultilizados outros metódos como in vitro (fora de sistemas vivos). Reduction: o número de animais ultilizados deve ser sempre o menor possível. Refinment: consiste no desenvolvimento de práticas menos evasivas. Dessa maneira visando o bem estar animal e a segurança.
De fato ao longo dos anos apareceram novas invenções que permitiram a substituição desses animais por robôs e cultura de células e tecidos. Exemplo no uso do desenvolvimento de cosméticos. Porém, devido a complexidade do organismo humano, sua eficácia não é suficiente ainda para substituirem todas as pesquisas de uso de animal. Por lei, medicamentos ainda devem passar por testes em seres vivos antes da sua aprovação. Por esse motivo, os testes em animais não poderão ser finalizados até que desenvolvam se soluções efetivas que sirvam para todas os experimentos, desde os mais simples até os mais complexos.
É evidente a preocupação em promover medidas para minimizar os impactos e atenuar o sofrimento desses animais. Entretando, os avanços que os testes proporcionam são indiscutíveis, ajudando a salvar milhares de pessoas a cada nova descoberta, até mesmo os animais. Sendo assim, cabe ao Governo Federal estimular e investir em novas alternativas e manter uma fiscaização rígida nessas empresas. Os institutos educacionais devem promover debates para a concientização acerca do tema. Visando a compaixão e a humanização desses animais para pressionar os investimentos nessa área. Assim será possível um dia não existirem mais cobaias animais.