O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 27/05/2020

Os neurocientistas afirmam que os animais possuem substratos neurológicos e neurofisiológicos, prevalecendo ciente da dor e outros sentidos. Nesse ínterim, é fato que a questão torna-se ausente no meio científico, antagonizando a desumanização, com a utilização de animais em experimentos perante a sociedade. Destarte, é necessário o debate sobre os testes científicos em seres vivos no Brasil.

Em primeiro lugar, a utopia do homem em se tornar como único regador de sentimentos sensoriais. Conforme Charles Darwin, naturalista e biólogo britânico, o homem e os animais são semelhantes, demonstrando sentir: dor, felicidade, prazer e sofrimento. Conquanto, a aplicação vai de confronto com a ideia de Darwin, de maneira que é abstraído os sentimentos para o propósito de submeter a cadeia biológica. É inadmissível que a liberdade dos animais seja negada, violando os princípios da Constituição Federal.

Outrossim, outro fator a analisar é o que tange a objetificação dos seres vivos Com à colonização brasileira se apresentou os índices de comercialização dos seres vivos no novo continente , desfrutando de se o corpo para inúmeros testes. Com analogia, tal prática perpetua nos dias atuais, sobretudo, nas corporações que manipulam a crescente promoção dos animais para a indústria farmacêutica e cosmética. É indiscutível que a consagração de direitos sofrem invasões intermináveis, desabilitando não somente o corpo, mas também a saúde mental.

Faz-se mister, portanto, que medidas devem ser tomadas a fim de mitigar o manuseio de seres. Para que Ongs e a Secretaria do Meio Ambiente urge a diminuição de cobaia é vital o desenvolvimento de projetos que visem a substituição gradativa dos animais, por meio de campanhas em escolas e canais mediáticos, os quais influenciam na formação do cidadão, tendo em vista a conscientização que estes animais não estão a servidão do homem. Espera-se com isso, que a o uso dos animais estejam em consonância com as ideais dos neurocientistas.