O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 08/05/2020

Na Guerra Fria, disputa entre os Estados Unidos e a União Soviética, mais precisamente nos anos 1940 à 1950, as duas potências começaram a mandar animais para o espaço, com o objetivo de usá-los como cobaia para a realização de experimentos. Fora disso, é fato que a realidade apresentada pode ser relacionada ao mundo do século XXI: gradativamente, o aumento do uso de animais em experimentos e a falta de discussão sobre os direitos dos animais, que ocorre devido às descobertas científicas.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, em função das novas tecnologias, os seres vivos estão cada vez mais expostos à experiências ilimitadas, consequência do desenvolvimento de informações e o aumento de práticas didático-científicas. Nesse contexto, os primeiros animais que os seres humanos levaram para o espaço foram as moscas, que em 1957, os EUA queriam estudar os efeitos da alta radiação em grandes altitudes, então colocaram moscas em um foguete que subiu 110km de altura, por fim, voltaram vivas. Assim, diante desses aspectos, o homem passou a usufruir mais ainda de análises científicas.

Por conseguinte, presencia-se um forte poder de influência desses cientistas no comportamento da coletividade biológica: a falta de direitos dos seres vivos. Outro aspecto a ser levantado é o caso da Laika, cachorra mandada para o espaço, no período da Guerra Fria, mas infelizmente morreu, pois não aguentou o calor e sua pressão arterial subiu, certamente, pode-se relacionar à discussão dos direitos aos animais, assim, tornam-se experimentos condenáveis, pois mesmo que sua reprodução seja rápida, são vidas tiradas e seres dotados de sensibilidade, na qual se tornam cobaias que sofrem sem poder escapar à dor.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o governo juntamente com os 3 poderes: executivo, legislativo e judiciário, criem leis mais severas por meio dos deputados estaduais que detalhem os direitos dos seres vivos, no qual impõem aos cidadãos buscar outras fontes para substituí-los. Somente assim, será possível combater as investigações científicas que fazem deles cobaias e, ademais, não ocorrer mais como na Guerra Fria.