O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 04/05/2020
Com o advento da Revolução Tecno-Científica Informacional, ocorrida na segunda metade do século XX, os estudos na área da medicina foram impulsionados. Em detrimento disso, o uso de animais em testes científicos no Brasil aumentou concomitantemente, advindo da necessidade de cobaias para entender como o experimento reage no ser humano. Nesse âmbito, é fulcral compreender acerca da causa, consequência e possível resolução do impasse.
Em primeiro plano, convém analisar fatores que permitem a manutenção da problemática. Nessa lógica, nota-se que a necessidade de testes de cosméticos e medicamentos, antes de serem comercializados, é de fundamental importância. Nesse ínterim é sabido que, em detrimento ao risco de colocar a integridade da saúde humana em prejuízo, faz-se o uso de organismos modelo. Por consequência, o sentimento de compaixão aos animais, como é levantado pelo biólogo Charles Darwin, é depauperado.
Outrossim, conforme o físico Isaac Newton, toda ação gera uma reação. Consoante ao pressuposto, é notório que, devido ao uso de animais em experimentos, tais seres são submetidos a condições estressantes, diminuindo o seu bem-estar. A exemplo disso, em uma pesquisa feita pelo portal educação, 80% dos animais utilizados em testes científicos têm sua expectativa de vida diminuída em cerca de 10 anos. Dessa forma, pelo caráter violento dessas ações a qual os animais são submetidos, tal ato configura-se como uma derrota, conforme é fundamentado pelo filósofo Sartre. Dessarte, é mister que o Estado tome providências para mudar o quadro atual. Para a atenuação do impasse, urge que o Governo Federal, em parceria com as universidades -visto que são as principais instituições de pesquisa no Brasil, invista, por meio de verbas governamentais, em pesquisas que objetivem alternativas de extinção dos testes em animais para que assim, pesquisadores encontrem uma maneira de se fazer análises in-vitro. Desse modo, consequências desencadeadas pela lll Revolução Industrial, diminuíram gradativamente.