O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 29/04/2020

Com o advento da  Revolução Técno-Científica Informacional, ocorrida na segunda metade do século XX, os estudos na área da medicina foram impulsionados. Em detrimento disso, o uso de animais em testes científicos no Brasil aumentou concomitantemente, advindo da necessidade de cobaias para entender como o experimento reage no ser humano. Nesse âmbito, é fulcral compreender acerca da causa, consequência e possível resolução do impasse.

Em primeiro plano, convém analisar fatores que permitem a manutenção da problemática. Nessa lógica, nota-se que a necessidade de testes de cosméticos e medicamentos, antes de serem comercializados é de fundamental importância. Nesse ínterim, é sabido que em detrimento ao risco de colocar a integridade da saúde humana em prejuízo, faz-se o uso de organismos modelo. Por consequência, o sentimento de compaixão aos animais como é levantado pelo biólogo Charles Darwin é depauperado.

Outrossim, conforme o físico Isaac Newton, toda ação gera uma reação. Consoante ao pressuposto, é notório que devido ao uso de animais em experimentos, os mesmos são submetidos à condições estressantes, diminuindo o seu bem-estar. A exemplo disso, em uma pesquisa feita pelo portal educação, 80% dos animais utilizados em testes científicos, tem sua expectativa de vida diminuída e cerca de 10 anos. Dessa forma, tal ato de violência se configura como uma derrota, conforme é fundamentado pelo filósofo Sartre.

Dessarte, é miste que o Estado tome providências para mudar o quadro atual. Para a atenuação do impasse, urge que o Governo Federal em parceria com as universidades -visto que são as principais instituições de pesquisa no Brasil, invista, por meio de verbas governamentais, em pesquisas que objetive em alternativas da extinção dos testes em animais para que se encontre uma maneira de análises in-vitro. Desse modo, consequências desencadeadas pela lll Revolução Industrial, se diminuirá gradativamente.