O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 26/04/2020
Segundo o filósofo Peter Singer, “A libertação animal também é a libertação humana”. Diferentemente deste pensamento, infelizmente, na atualidade, o uso de animais como cobaias para pesquisas ainda é permitido no Brasil. Dessa forma, estes são expostos não só a torturas, mas também a condições precárias de sobrevivência.
Em uma primeira análise, é necessário recordar que já existem outros métodos de testes para pesquisa, utilizados em países onde a legislação proíbe o uso de bichos, como: A análise computadorizada e testes em pele produzida em laboratório. Dessa modo, empresas que persistem em usar métodos arcaicos, concordam com a tortura animal, uma vez que o efeito negativo do teste pode causar seu sofrimento até a morte.
Em uma segunda análise, na maioria das empresas, além de passarem por testes, os animais ainda ficam enjaulados em pequenas caixas com pouca ventilação e muitas vezes com outros de sua espécie. É possível observar esse sofrimento de confinamento no filme “Free Willy”, onde o menino “Jesse” tenta salvar sua amiga orca de passar a sua vida presa em um aquário, para conseguir viver livremente. Logo, a liberdade animal é um direito seu por natureza, que foi tirado pelo homem para o benefício do mesmo.
Portando, com objetivo de diminuir as pesquisas e testes feitos em animais, o indivíduo, que é responsável pela ascensão de empresas, deve consumir produtos que não foram testados em animais, isto é possível através de pesquisas sobre as principais empresas que usam este método ou até mesmo vendo o certificado de não testado em animais no verso da embalagem. Dessa forma, será possível garantir a libertação animal proposta por Peter Singer e que como consequência levara a libertação humana.