O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 25/03/2020

O uso de animais no meio científico é conhecido por ser controverso, pois os pesquisadores utilizam métodos dolorosos para testar a eficácia dos produtos, nos quais estão sendo desenvolvidos. Todavia, para a obtenção de imunobiológicos e antibióticos é preciso testá-los em cobaias.

Em primeiro lugar, foi promulgada no ano de 2008, a lei que regulamenta o emprego de animais em laboratórios, desde que, esses, não sofram maus-tratos e possuam ambientes limpos. Por conseguinte, a criação de roedores e outros bichos impulsionaram o avanço da ciência que, por meio de experimentos permitiu que fosse descoberto vacinas para doenças, como a febre amarela.

Além disso, o uso de animais, não só ajuda na indústria farmacêutica, mas, também, na saúde e prevenção veterinária, já que auxilia na adquirição de remédios que serão usados em tratamentos. Em adição, tem-se ocorrido a diminuição na aplicação de bichos na indústria cosmética. Em Paris, por exemplo, foi proibido e no Brasil, outras alternativas, - emprego de peles humanas doadas -,  estão sendo feitas, a fim de que houvesse uma redução de cobaias nas empresas do ramo da beleza.

Logo, deve-se ocorrer ações que expliquem a função dos bichos em laboratórios e sobre a lei que os protegem. Com a criação de campanhas na mídia, no qual abordem os benefícios que foram trazidos para a população, graças à modernização científica. Cabe ao Governo Federal e à Secretaria da ciência, o aumento nas verbas para pesquisas, que visem o aperfeiçoamento de clínicas que trabalham na obtenção de vacinas, com o objetivo de descobrir meios de imunização para doenças sem imunobiológicos.