O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 21/03/2020

A partir do ano 300 a.C há registros de que pesquisadores gregos, como Aristóteles e Erasístro, utilizaram animais como cobaias em pesquisas. Contudo, no Brasil, não existe tantos casos registrados de vivissecção quanto nos outros países, pois como 41% dos brasileiros são contra o uso de animais como cobaias, grande parte de entrevistas falam sobre os argumentos negativos em relação a tal ato. Todavia, o uso de seres vivos em laboratórios é algo que deveria ser abolida, porquê além de ferir fisicamente a cobaia, é uma ação sem consentimento.

Sendo assim, pode-se dar o exemplo do caso de 2013 do Instituto Royal, em SP, onde foram acusados de maus tratos após passarem anos fazendo testes de cosméticos em beagles. Apesar de se existeir uma lei criada em 2008, CONCEA, que fiscaliza o uso humanitário de bichos, a maior parte das empresas não é totalmente fiscalizada, ou então faz os abusos às escondidas. Tais situações são as abomináveis pela população, pois da mesma forma que o medicamento/cosmético poderia causar prejuízos ao homem, poderá causar ao animal.

Em segundo lugar a falta de consentimento, animais podem ser tanto racionais quanto irracionais, entretanto os utilizadas para experimentos são os irracionais, que não tem consciência daquilo que está acontecendo. Com isso, o animal passa a ter sua integridade ferida, por não ter tido a escolha de estar ou não ali. Tendo em vista que é uma ação sem conformidade, pode-se dizer que o animal passa por um abuso.

Portanto,  para de acabar com o uso de animais em testes de laboratórios é necessário investimento, por parte do governo brasileiro, em pesquisas biotecnológicas para se formar um tecido, similar ao humano e fazer os testes sem ferir qualquer ser vivo. Ainda assim, além de se obter resultados mais precisos, pois estaria sendo utilizado em algo bem mais próximo do homem e não haveria tantas mortes de cobaias, ou ate mesmo situações de vida precária, como estava vários dos beagles do Instituto Royal.