O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 11/10/2019

A utilização de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil é comum, uma vez que não se tem uma lei que proíba isso. Entretanto, segundo o filósofo alemão Schopenhauer, essa conduta é imoral e egoísta, pois os animais não existem simplesmente para servirem aos seres humanos.  Logo, medidas são necessárias para que essa situação seja revertida.

Nessa perspectiva, é importante salientar a ausência de debates sobre o uso de animais em testes e pesquisas na mídia. Isso ocorre porque ao divulgar as formas e as condições que muitos laboratórios realizam os testes, consequentemente, tem-se uma queda no número de clientes. Além disso, os fabricantes não precisam esclarecer nos rótulos que fazem testes em animais, logo, o consumidor só saberá que a mercadoria não pratica tal feito se o produto constar o contrário, como é o caso das marcas Fina Flor e Ypê.

Ademais, tendo em vista o que foi dito por Schopenhauer, a médica Nise da Silveira resolveu conciliar os animais aos seres humanos. Isto é, ela propôs aos seus pacientes com transtornos mentais um novo método de terapia, o qual consistia no desenvolvimento de arte e na proximidade com os animais. Dessa forma, a doutora pode promover tanto a empatia, por parte dos humanos, quanto o acolhimento dos animais. Com isso, é notório a possibilidade de harmonia entre os dois seres, sem que nenhum seja inferiorizado.

Sendo assim, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, com o auxílio de protetores de animais, informar a população sobre a necessidade de se reverter o atual cenário, por meio de campanhas e palestras que informem como são realizadas as pesquisas com animais e quais empresas aderem a esse modelo de testes. Assim, os cidadãos poderão optar por empresas que não usam esse método e reivindicar por modelos alternativos, como o computador.