O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 01/10/2019
Na metade do século XX, após a Segunda Guerra Mundial, os avanços da medicina foram significativamente grandes para a humanidade, com inúmeras soluções e criações na área farmacêutica. Em contrapartida, a questão do uso de animais vivos para realizar testes em laboratórios geram muitas repercussões atualmente, principalmente por parte de ativistas que lutam para garantir que estes testes com seres vivos sejam extintos e para que sejam postas em prática, leis mais eficazes contra as indústrias que compactuam com esse método cruel.
A priori, de acordo com o filósofo Sócrates, “os erros são consequências da ignorância humana”. Ao levar em consideração a ótica do famoso filósofo grego, o fato de cada vez mais grupos ativistas promoverem campanhas de conscientização sobre o erro das indústrias de usar coelhos, cachorros e ratos como cobaias para criar produtos comerciais gera indignação em muitas pessoas, pois milhares de animais sofrem e morrem para que um simples perfume, por exemplo, chegue às prateleiras das lojas.
Ademais é relevante ressaltar que as empresas têxteis, de cosméticos e farmacológicas que realizam pesquisas utilizando animais vivos possuem passivo alto. As despesas em relação à manutenção e alimentação para com os animais é muito alta. Sendo assim, é viável o investimento por parte dessas empresas em novas técnicas modernas que não utilizem de vidas para meros testes.
Dessa forma, é mister que atitudes sejam tomadas para minimizar o problema da utilização de espécies com vida para testes científicos no Brasil. O governo deve, por meio do Legislativo, criar leis mais severas que possam punir empresas que utilizem os animais como cobaias, com multas altas. É necessário, consequentemente, que haja uma fiscalização mais rígida para assegurar que os testes com animais não sejam mais realizados. Por fim, cabe às ONGs ministrar palestras e divulgar em mídias sociais a respeito da conscientização da população da necessidade de averiguar, antes de comprar um produto, se o mesmo apresenta o selo de “Produto não testado em animais”. Com isso, é possível que esse conjunto de problemas seja eliminado e os animais livres das crueldades dos cientistas.