O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 28/09/2019
A medicina e os medicamentos foram resultado de um processo longo de pesquisas tanto como testes, e, para isso, foram utilizados, na maioria das vezes, seres vivos não-humanos. Entretanto, o uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil advém de maus tratos e trás transtornos psicológicos aos bichos, sendo necessária, assim, uma redução do uso de animais nos testes e pesquisas, e o aumento de pesquisas alternativas, como os testes in-vitro.
A priori, apesar de existirem normas criadas pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), para que os testes não causarem dor ou sofrimentos aos bichos, os experimentos trazem traumas e maus tratos. Na mesma vereda, os não-humanos são submetidos a passarem por situação de estresse, desprezo e dor pelos efeitos colaterais dos experimentos, sendo negado a eles o direito de serem tratados com respeito e dignidade que deveria ocorrer por conta da Declaração Universal dos Direitos dos Animais. Isso acontece pois não há fiscalização necessária para que não aconteça os maus tratos.
É necessário ressaltar que os resultados obtidos em animais nem sempre são os mesmos nos homens, então é mais promissor investir em técnicas como a in-vitro, que utiliza tecidos de seres humanos para obter resultados mais precisos, além de não utilizar os bichos. De acordo com o G1, há pesquisas que podem ser feitas sem a utilização de cobaias não-humanas, substituindo-os pela aplicação de modelos matemáticos e computacionais, tanto como técnicas in-vitro com pele humana. É inegável que isso ressalta que com investimento em técnicas alternativas pode ser decaída a utilização de animais em testes.
Portanto é necessário que o Governo comece incentivar a substituição das técnicas de pesquisas e testes em animais por procedimentos alternativos, por meio de liberação de verbas para que aumente os laboratórios de produção de pele humanas para testes e, assim, diminua a utilização de bichos como cobaias. Além disso, o Governo deve fiscalizar os pesquisadores que operam com animais, por intermédio do aumento de supervisionamento sem aviso prévio, e dessa maneira os maus tratos contra os animais em pesquisas e testes decaía.