O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil

Enviada em 24/09/2019

Na contemporaneidade, percebe-se um avanço crescente da tecnologia e da ciência, principalmente no campo da saúde. Contudo, muitos testes e pesquisas ainda são feitos com animais, pois eles são insubstituíveis para a descoberta da cura de certas doenças. Ademais, há comitês de ética especializados que criam regras e normas a serem seguidas para o bem-estar do animal, a fim de não haja sofrimento ou dor.

Primeiramente, observa-se que muitos animais ainda são utilizados em pesquisas no Brasil, como os camundongos, que por possuírem o DNA muito semelhante ao dos humanos, permitem a descoberta da cura de várias doenças, sendo utilizados apenas quando não existem outros métodos com eficácia comprovada. Somado a isso, o teste em animais não beneficia apenas seres humanos, mas também os próprios animais, já que também são descobertas novas rações, medicamentos e vacinas.

Além disso,  os comitês de ética, como o Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal(Concea) garantem o bem-estar dos animais submetidos à testes científicos, para que eles não se estressem, evitando seu sofrimento e dor. Dessa maneira, vê-se que há órgãos responsáveis pela fiscalização desses animais. A maior parte das pesquisas feitas no Brasil se utiliza deles para obter o fins desejados, e o fim do uso dos mesmo geraria grande prejuízo à ciência, visto que dependeria da tecnologia externa.

Portanto, para que a cura de diversas doenças possa continuar acontecendo juntamente com o uso de cobaias de maneira que isso não os prejudique, faz-se necessária a presença do Governo Federal que, por meio de fiscalizações pode garantir que elas sejam tratadas adequadamente. Assim sendo, a ciência não será prejudicada e os testes serão feitos de maneira consciente, visando o melhor tratamento possível aos animais.