O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil
Enviada em 24/09/2019
O teste em animais no Brasil iniciou-se por volta do ano de 1900, na origem da criação do Instituto Oswaldo Cruz, com a missão de produzir vacinas para combater a epidemia de peste bulbônica e da varíola. Essa prática tornou-se muito comum em todo o mundo e foi essencial para o desenvolvimento de soros e vacinas. No entanto, convém analisar as principais consequências dessa problemática que são: maus-tratos aos animais e falta de interesse em procurar outros métodos.
Deve-se analisar, primeiramente que o uso de animais em pesquisas científicas, causa dor e sofrimento, sendo assim, considerado maus-tratos. Os animais são submetidos a práticas dolorosas, como: inserção de substâncias tóxicas nos olhos e inalação forçada de fumaça. Associado a isso, podemos citar o caso do Instituto Royal em São Roque, na qual, manifestantes invadiram o local para resgatar cães da raça Beagle que sofriam tais práticas.
Além disso, têm o fato de que há uma grande falta de interesse por parte dos pesquisadores em procurar outros métodos que não maltratem os animais. Segundo a diretora do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos: ´´Apesar da evolução tecnológica, não existe alternativas válidas para todos os estudos que precisam ser realizados.`` E isso, acaba por se tornar inválido, pois em outros países já se fazem testes in vitro ou até mesmo em leguminosas.
Por conseguinte, fica evidente que o uso de animais em pesquisas e testes científicos, maltratam o bicho e de certa forma, há outros meios. Portanto, a escola juntamente com ONG’s protetoras dos animais, devem discutir as questões éticas que envolvem o animal, por meio de palestras socioeducativas, para assim, ter a conscientização de não realizar mais esses tipos de testes.