O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 18/09/2023

A agricultura é uma atividade que traz muitos benefícios, pois tira o status nômade do ser humano e permite que ele se estabeleça em um só lugar. Atualmente, o Congresso está considerando leis para reduzir a burocratização do uso de pesticidas nas plantações. Neste caso, é necessário conciliar os interesses desta nova lei, uma vez que a utilização destes produtos químicos, ao mesmo tempo que aumenta a produtividade, também afecta o ambiente e os seres vivos.

Primeiramente, vale ressaltar que, segundo a visão do Diretor do Greenpeace, Paul Watson, viver em harmonia com o meio ambiente é visto como uma capacidade da espécie. Contrariando esse pressuposto, o uso de agrotóxicos sem qualquer tipo de regulamentação viola o princípio da harmonia proposto por Watson, pois seus efeitos são diversos, como a contaminação de solos e rios devido ao potencial químico do produto, e o uso de agrotóxicos Causa danos a criaturas vivas. Alimentando-se de produtos orgânicos contaminados com pesticidas. Portanto, é indiscutível que a lei regulamenta o uso desses produtos químicos para mitigar seus efeitos nocivos à natureza e aos seres vivos.

Além disso, vale ressaltar que o uso de agroquímicos nas plantações tem levado a aumentos significativos na produtividade. Quando Thomas Malthus afirmou que a população crescia em proporções geométricas e era maior que a comida levando fome no mundo, não teve em conta que as novas tecnologias no futuro invalidariam as suas previsões: pesticidas para combater pragas nas culturas e aumentar a produtividade. Portanto, proibir o uso destes pesticidas é notoriamente errado, pois leva à perda de produção de alimentos.

Portanto, urgentemente necessárias medidas fortes para equilibrar os interesses dicotómicos na utilização destes produtos químicos. As autoridades públicas devem reunir-se com representantes das bancadas rurais e ambientalistas para discutir as questões e interesses de ambas as partes e garantir que alguns interesses prevaleçam, ou seja, permitir e regulamentar o uso de agroquímicos. Além disso, as autoridades competentes devem supervisionar a indústria alimentar para que comuniquem a utilização destes pesticidas ao público através de informações nas embalagens.