O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 12/07/2019
Segundo o teólogo alemão Albert Shweitzer (1875d.C-1965): “Vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo”. Esse pensamento,vai ao encontro do cenário caótico enfrentado pela humanidade. Com o aumento de agrotóxicos implantado nas terras agrícolas que visa o embelezamento e rapidez no processo de recolhimento alimentício, tal atitude tem gerado inpactos desagradáveis para a saúde da humanidade. Logo,é pertinente discutir esse problema e encontrar soluções que possam reestabelecer a harmonia afetada por tal embate.
Em primeiro plano,cabe frisar que os produtos fitossanitários são consumidos com excesso e vistos com bons olhos pela população, contudo, as pessoas as consomem sem ter um olhar crítico ao que ingere, devido a estética extremamente bonita que a química dá ao alimento. Nessa mesma perspectiva,foi divulgado pela Associação Brasileira da Saúde Coletiva, que 70% dos alimentos produzidos no Brasil são contaminados, e ainda, que os produtos contaminados pelo mundo teve um aumento de 93%. O que gera inúmeros malefícios para humanidade.
De modo similar, de fato o consumo exacerbado compromete a saúde de milhares de pessoas devido a intoxicação no produto, porém esses alimentos trazem benefícios econômicos para quem os produzem, o que leva o governo a fechar os olhos para a problemática. Segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos da América (EUA), divulgado pelo Instituto de Tecnologia de Massachutts (MIT), a Doutora Stephanie Senaff afirma que até o ano de 2025, 50% das crianças desenvolverão a doença neurológica denominada Autismo, por conta do consumo de agrotóxico.
Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, cabe aos agricultores, em parceiria com o governo Presidencial, fazerem fiscalizações para que os níveis de agrotóxicos diminuão gradativamente em seus países de liderança, e trazerem os produtos orgânicos para a mesa dos cidadãos. Visto que a Mídia é a principal influenciadora no meio da sociedade, vale a presença efetiva na internet, Agências Ecológicas devem entrar de parcerias com famosos para a divulgação do assunto, e as rádios devem passar informações dos malefícios em horários aleatórios para que todos tenham acesso e bem informados. Diante a isso, os desafios referente a essa problemática diminuirá e as atitudes das população farão a diferença como o Filosofo e sociólogo Bauman traz: “Não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas.”