O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 04/07/2019

A Constituição Cidadã de 1988 garante a saúde de qualidade como direito de todos e dever do Estado, sendo o compromisso deste prover o acesso igualitário e universal às ações e aos serviços para sua formação e proteção. Nesse sentido, no século XXI, no Brasil, o uso de agrotóxicos é presente, visto que, infelizmente, é prejudicial ao meio ambiente, como também, ao bem-estar do indivíduo retirando, dessa forma o direito concedido na Magna Carta.

A priori, é fundamental analisar que o uso em demasia de defensivos agrícolas degrada o ecossistema. Nessa perspectiva, as aplicações indevidas de pesticidas nas águas podem desencadear a morte de várias espécies de plantas aquáticas e animais, influenciando toda a comunidade aquática. Por esse ângulo, conforme o portal de notícias G1, a morte de meio bilhão de abelhas é consequência de agrotóxicos. Logo, é visível a negligência governamental perante o meio ambiente.

A posteriori, infere-se que a saúde do cidadão é irreparável com a utilização de fitossanitário. Desse modo, segundo o conceito de Modernidade Líquida de Zygmunt Bauman, que explica a queda das atitudes éticas pela fluidez dos valores, a fim de atender os interesses pessoas, aumentando o individualismo. Destarte, o sujeito ao estar imerso nesse panorama líquido, acaba por perpetuar o aumento da produtividade proporcionada pelo o uso de de fungicidas em detrimento da saúde humana. Assim sendo, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), as intoxicações por agrotóxicos são três milhões anuais. Portanto, é lamentável, a deturpação do bem estar do cidadão, devido a ambição das grande empresas.

Em vista dos fatos elencados, é necessário a resolução dessa problemática. Dessarte, o Ministério do Meio ambiente deve criar projetos sociais, como palestras e debates internacionais, por meio de palestrantes e profissionais ambientais, na finalidade de divulgar e combater as sucessivas violações do direito humano à alimentação. Outrossim, cabe ao Ministério da Agricultura ofertar cursos profissionalizantes na área da agricultura, por meio de professores que ensinem a utilização correta dos defensivos agrícolas, objetivando evitar a contaminação dos lençóis freáticos e, consequentemente, a proteção da saúde dos seres vivos. Dessa forma, irá garantir os direitos prescritos na Carta Constitucional de 1988.