O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 01/07/2019
Durante a segunda guerra mundial, eram utilizadas armas químicas que, posteriormente, foram enfraquecidas e usadas para combater pragas na agricultura. Analogamente ao fato supracitado, o uso de agrotóxicos tem se intensificado, norteando a população a um envenenamento invisível.
O número de indivíduos da sociedade está em constate crescimento e, é necessário uma maior maior quantidade de alimentos, corroborando ao uso inevitável de compostos químicos, haja vista que uma cultura orgânica não vai suprir a demanda, muito menos reduzir os custos. Por conseguinte, um estudo, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informa que em 2019, a produção agrícola crescerá 3,1% a mais que 2018, elevando a demanda de pesticidas.
Não obstante, a população ingere diariamente pequenas concentrações dos venenos nitrogenados, no entanto, o agricultor, que está em contato diariamente, é o que mais sofre, adquirindo intoxicações, quadros de câncer e até depressão. Desse modo, a empresa de televisão e rádio britânica (BBC), informa que agrotóxicos proibidos na Europa tem primazia no Brasil, convergindo para uma perenidade de problemas de saúde via alimentos.
Os agrotóxicos, portanto, não serão retirados do cardápio mundial. Sendo assim, o Ministério da Saúde, em consonância com universidades, deve realizar pesquisas que viabilizem um processo caseiro eficaz, que retire a maior porcentagem de agrotóxicos dos alimentos e, quando comprovado, seja divulgado nas redes sociais. Paralelamente, o governo, junto ao legislativo, deve criar leis mais rígidas sobre uso de equipamentos de proteção individual e coletiva (EPI e EPC) para agricultores, almejando, assim, a mitigação das enfermidades da agroindústria.