O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 01/07/2019
Na década de 60 aconteceu a Revolução Verde, ou seja, a modernização do campo com a introdução de máquinas, agrotóxicos e sementes geneticamente modificadas que possibilitaram a produção em grande escala. Mas também existem desvantagens, como o uso excessivo de veneno nas lavouras por diversos países do mundo,o que gera consequências para a saúde e meio ambiente.
Em primeira análise, o Brasil, Estados Unidos e o Japão são os maiores consumidores de herbicidas e fungicidas no mundo. Segundo dados da Anvisa 67% dos produtos brasileiros possuem agrotóxicos e, dos cinquenta mais utilizados, aproximadamente quinze são proibidos na Europa por serem danosos à saúde. Logo, os consumidores desses produtos correm sérios riscos de vida, seja pelo potencial cancerígeno dessas substâncias ou pelos riscos de intoxicação.
Conseguinte, está envolvida a questão ambiental. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo, o limite de resíduos de agroquímicos na água brasileira é trezentas vezes maior do que o permitido em países europeus.Assim como o IBGE forneceu também a informação de que a contaminação hídrica por esses produtos só perde para a de esgoto. Enfim, o excesso de defensivos provoca a acidez do solo, polui o lençol freático, o ar e os rios, o que pode gerar um grave crise de saúde pública.
Em face desta questão, são necessárias medidas interventivas por parte dos ministérios governamentais dos países, no caso do Brasil os Ministérios da Agricultura e meio ambiente. Tais levem criar regulamentos mais rígidos com a criação de multas e penalidades judiciais para aqueles que burlam as receitas de agrônomos. Para que assim, a agricultura se torne no mínimo menos nociva, tanto para os seres humanos quanto para o meio ambiente.