O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo
Enviada em 15/06/2019
Desde os processos denominados ’’ revoluções industriais’’ e a ascensão do capitalismo, o Brasil vem priorizando produtos e mercados em detrimento de valores humanos essênciais. Hodiernamente, no Brasil, a intensificação majoritária de defensivos agrícolas, é uma mazela social que necessita ser coibida. Urge, portanto, ações sinérgicas entre o Estado e a sociedade, para sua legítima obliteração.
Mormente, segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, a sociedade vive em uma modernidade líquida, tangente à mutabilidade e rapidez que os processos se dão. De modo análogo, evidentemente, a utilização exacerbada de produtos químicos em alimentos, tem corroborado intrinsecamente para o surgimento para o surgimento de diversas doenças, em consequência do consumo de pesticidas. Percebe-se que, é imperioso o Estado priorizar mudanças controvertíveis para a saúde da humanidade brasileira.
Outrossim, a Constituição brasileira adverte a saúde como um direito de todos e dever do Estado. Todavia, esse conceito perdura no país, visto que, é comumente a exposição de agricultores aos defensivos químicos, o que amiudemente ocasiona danos insanáveis aos trabalhadores. Ademais, a contaminação dos lenções freáticos pelos agrotóxicos, são fatores críticos que geram esplendidos impactos ao meio ambiente. O que configura uma verdadeira displicência no contemporâneo.
Destarte, é impreterível a adoção de medidas profiláticas para a resolução da agrura social. Logo, o Poder Público deve promover ações constitucionais que vise a aplicação de multas que esteriotipe o uso excessivo dos agroquímicos . Não obstante, é mister, a propagação de campanhas midiáticas, que acautele a população sobre as consequências da exposição de trabalhadores aos produtos. Isto posto, a educação é o ponto crucial desse processo, de modo que as escolas precisem debater acerca do tema, no intuito de formar cidadãos comprometidos em garantir o bem estar social como um todo.