O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 04/06/2019

Na década de 1940, ocorria a Revolução Verde no país, que tinha como objetivo aumentar a produtividade agrícola. Conquanto, a questão ambiental, como o uso excessivo de agrotóxicos, revelou-se como uma problemática. Isso de evidencia não só pelo consumo compulsivo, mas também pela desinformação acerca dos efeitos nocivos que podem trazer.

De acordo com o portal de notícias G1, o Brasil usa 500 mil toneladas de agrotóxicos por ano. Tal máxima faz-se alarmante, visto que com grande demanda de produtos para a exportação influenciada pelo comércio capitalista, a qualificação da alimentação brasileira e mundial fica em segundo plano. Ademais, a Constituição Federal de 1988 assegura que todos os cidadãos tenham uma nutrição adequada e o bem-estar social. Contudo, essa lei rompe-se quando torna-se habitual o uso desnecessário e demasiado de pesticidas.

Outrossim, a falta de informação da população sobre os efeitos prejudiciais à saúde é um fato estarrecedor, posto que com a negligência governamental e uma educação desqualificada acarreta em uma nação que não prioriza sua vitalidade. Consoante ao filósofo Francis Bacon, “um corpo sadio é um quarto de hóspedes para a alma”. Entretanto, essa relação corpo-alma proposta é quebrada quando deixamos grandes empresas, que muitas vezes omitem sobre a aplicação de agroquímicos, cuidarem das nossas refeições.

Infere-se, portanto, que medidas necessárias devem ser tomadas para resolver o impasse. Urge que o Estado, adjunto do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Saúde - haja vista o seu dever de salvaguardar a saúde dos indivíduos -, planejem e desenvolvam projetos para diminuir a execução de itens fitossanitários prescindível e hiperbólico, além de incentivar, através da mídia, o uso de alimentos orgânicos, com o intuito de ter jovens e adultos que priorizam sua saúde. Dessa forma, poder-se-ia seguir uma base de equilíbrio sugerida por Francis Bacon.