O uso de agrotóxicos no Brasil e no mundo

Enviada em 28/05/2019

Funcionando como a segunda lei de Newton, a lei da inércia a qual afirma que um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força suficiente atue sobre ele mudando de percurso, os Organismos Geneticamente Modificados OGM´s é um problema. Com isso, ao invés de funcionar como a força suficientemente capaz de mudar o processo desse impasse, da permanência para a extinção. A combinação de fatores que causam danos à saúde humana com a seleção natural negativa que podem causar ao meio ambiente acabam por contribuir com a situação atual.

Ademais, vê-se que a indústria agro biotecnológica, utiliza como respaldo a produção desses alimentos, a ideia de acabar com determinado problemas mundiais, a exemplo, do arroz dourado, que objetiva combater a falta de vitamina A entre as crianças filipinas. Porém, o consumo a longo prazo de alimentos transgênicos podem gerar riscos à saúde humana. Além disso, alguns brasileiros não são informados sobre os males que esses alimentos causam à saúde. Por não evitarem o excesso dessas alimentações, acabam contribuindo para a persistência da problemática.

Outrossim, aumentar a produtividade ao torna os alimentos mais resistentes às pragas, pode causar resultados reversos e gerar problemas graves para o meio ambiente. Haja vista que ocorreria a seleção natural proposta pelo naturalista Charles Darwin, em que super pragas e ervas daninhas iriam se sobressair. O que ocasionaria em um maior uso de agrotóxicos para combater esses organismos, prejudicando o solo, o lençol freático.

Portanto, fica evidente a necessidade de uma tomada de medidas que valorizem a mudança desse percurso. Assim, é preciso que o Governo Federal brasileiro, junto ao Poder Legislativo do país, informem as população sobre quais alimentos foram geneticamente modificados, por meio do não acordo ao Projeto de Lei tramitado no Senado desde 2015, que desobriga empresas a denunciarem a presença de transgênicos em seus produtos alimentícios.