O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 21/10/2022
Violência, ameaça devida, retenção de documentos, isolamento geográfico, condições degradantes e longas jornadas de trabalho. Essas são características do trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Assim, com vista, a combater esse revés, urge a necessidade de uma profunda análise não só, da desigualdade social na problemática, mas também as consequências dessa forma de trabalho.
Diante desse cenário, é preciso analisar de que modo a desigualdade social agrava o problema. Acerca disso, segundo os dados do IBGE, um quarto da população brasileira, 52,7 milhões de pessoas, vive em situação de pobreza ou extrema pobreza. Diante disso, é evidente, que a desigualdade influencia na persistência do trabalho escravo no brasil, uma que grande parte dessas pessoas têm dificuldade de conseguir um tralho formal, já que poucos têm escolaridade, resta apenas se submeter a trabalhos degradantes para não morrer de fome. Dessa forma, é inamissível, que o poder público não enxergue essas pessoas, uma vez que é dever dele garantir os direitos constitucionais.
Outrossim, torna-se crucial apontar as consequências dessa forma de trabalho e o seu impacto. Nesse sentido, segundo o pensamento do filosofo Platão,“o importante não é viver, mas viver bem”. Diante do exporto, é preciso afirmar, que grande parte das pessoas libertas do trabalho escravo não vivem bem, pois sofreram danos físicos, como queimaduras, fraturas e cortes, devido à insalubridade do local de trabalho. Ademais, traumas psicológicos também são uma consequência dessa ocupação, em razão das ameaças e cobranças diárias. Desse modo, é necessário, que o Estado de assistência para essas vítimas urgentemente.
. Portanto, observa-se a necessidade de atenuar os desafios relacionados ao trabalho escravo no Brasil contemporâneo. Logo, o Governo Federal, que é o conjunto dos três poderes na esfera Federal do país, deve não só inserir as pessoas vulneráveis no mercado de trabalho formal, mas também dá apoio psicológico e social às vítimas libertas. Tais ações devem ser realizadas por meio de investimentos financeiros no setor público, a fim de aumentar o numero de trabalhores formais e reduzir os impactos causados pelo trabalho escravo no Brasil.