O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 04/10/2021

A filósofa Emma Goldman ressalta: “Nenhum índividuo ou governo engajado na escravidão e exploração, poderia ter a integridade ou desejo de libertar pessoas”. Contudo, á crítica da autora denúncia um problema comum na sociedade brasileira, que antevê com o trabalho escravo, que pressupõe de antigos comportamentos e do egoísmo humano. Com efeito, a escravidão sendo uma estrutura econômica e social para ter sustentabilidade, evidencia as consequências de uma classe baixa trabalhadora desigual e discriminada.

Desde do período da Colônia de exploração, apenas os nobres e aristócratas tinham acesso as riquezas da corte portuguesa. Ocorre que, no Brasil comtemporâneo, isso ainda persiste, visto que as pessoas de extrema pobreza ou cativos não têm o prívilegio de poder adquirir boas condições de vida, em virtude da desigualdade social, que usufruem do trabalho em massa de baixa renda como um benefício, para manter indústrias e empresas no poder. Assim essa desigualdade evidencia um retrocesso e retorna a realidade cruel da colônia, enquanto tal problema se mantiver, a sociedade continuará a conviver com um dos mais graves óbstaculos do Brasil, o trabalho escravo.

A obra literária: “Trono de vidro”, de Sarah J Maas, narra o drama da personagem Celaena Sardothien, que se ver obrigada a trabalhar em explorações de minas motivados pela sua condição de vida. Fora do livro, os brasileiros também protagonizam os conflitos vividos pela Celaena. Todavia, o trabalho escravo pode prejudicar o ideal proposto pelo Artigo 149, já que a escravidão evidencia a violência e discriminação á força em aréas de trabalho, incluindo crianças, inviabilizando de ter direitos básicos, como a educação, saúde e moradia. Inclusive, aqueles que são explorados desde de novo, geralmente crescem na pobreza e também são privados de reivindicar melhorias de vida e estãrão submissos á opressão da classe alta. De modo que, embora o Brasil almeje acabar com o trabalho escravo, é incoerente manter seu povo preso á custa dos outros, já que é um fator que contribui muito para esta repressão.

Há de se buscar, portanto alternativas para erradicação do trabalho escravo. E para isso é preciso proporcionar primeramente uma educação de qualidade para a sociedade, assim perceberão que todos tem direitos índividuas e sociais. Dessa forma, para que as pessoas tenham consciência que é improcedente o trabalho escravo, também devem aumentar a fiscalização nas áreas de denúncias, acompanhado de aparato polícial, para garantir sua execução. Em suma, é necessário o desenvolvimentos das regiões de onde provêm os cativos, e assim com essas ferramentas, haverá garantia para trabalhadores ánalogos à escravidão se libertarem dessa condição de pobreza.