O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 30/08/2021

O dia 28 de janeiro é o Dia Nacional do Combatedo trabalho escravo. Nesse sentido, nota-se como o trabalho com condições análogas à de escravos é ainda uma realidade signicante no Brasil. O conceito de trabalho escravo abrange alojamentos precários, falta de assistência médica, péssima alimentação, falta de saneamento básico, maus-tratos e violência. Sob tal ótica, pode-se afirma que a situação atual é uma grande problemática.

Historicamente, a escravidão de um grupo foi uma prática muito usada. Um grupo dominante se aproveitar de uma minoria não é uma novidade, grandes e pequenos proprietários usam esse mecanismo como forma de obtererm um maior lucro. Além disso, é valido citar a desinformação da grande maioria da população em relação aos direitos trabalhistas e uma fiscalização do trabalho ineficiente.

Por conseguinte, há um grande número de pessoas que se encontram em uma situação não humana de trabalho. De acordo O Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), desde 1995 são mais de 56 mil trabalhadores e trabalhadoras resgatadas dessa condição e mais de 112 milhões de reais recebidos pelos trabalhadores a títulos de verbas salariais e rescisórias durante as operações.

Em suma, são necessárias medidas que atuam na fiscalização dos trabalhos nas diversas regiões do Brasil. Para tanto, intutuições governamentais como o Ministério Público do Trabalho (MPT) e Superentendência Regional do Trabalho (SRTF) devem atuar em aumentar a vigilância dos trabalho e do cumprimentos dos direitos trabalhistas. A criação de um projeto nacional pode ser feito e organizado em conjunto com ONGs como Escravo, nem pensar! (ENP), pois é através dessa medida que a sociedade poderia atuar ativamente na resolução do problhema. Ademais, é válido salientar na importância da instituições escolares apresentarem a atual situação em relação ao trabalho escravo e os direitos trabalhistas.