O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 30/07/2021

A escravidão no Brasil teve início na período colonial, com o implantamento das capitanias hereditárias, e teve sua cessação após 400 anos contínuos. Contudo, no Brasil contemporâneo, o trabalho escravo ainda é um impasse que afeta incontáveis nativos, gerando instabilidade financeira, física e psicológica aos mesmos. Isso deve-se, especialmente, à escassa fiscalização, que causa problemas ponderosos.

Nese viéis, cabe debater acerca das insuficientes revistas do Ministério do Trabalho nas áreas de teabalho. Segundo dados do índice de Escravidão Global, elaborados pelas Organizações Não Governamentais (ONGs), cerca de 200 mil trabalhadores, atualmente, vivem em situação de trabalho escravo no país. Sob essa ótica, nota-se que esses fazedores explorados não têm seus direitos assegurados pela Constituição Federal de 1988, como o salário justo e o direito de ir e vir, desregulando completamente a vida do indivíduo, fato que dificulta ainda mais esse entrave.

Outrossim, é evidente que o emprego submiso acarreta inúmeros problemas sociais e pessoais. O filósofo e político genebrianos Jean Rosseau, afirmou: “A força fez os primeiros escravos, a covardia perpetuou-os.” Nessa lógica, Rosseau traz sua ideia voltada à realidade, visto que, mesmo com a Lei Áurea- responsável pelo abolicionismo-,pessoas desumanas e cruéis ainda seguem com essa prática dolorosa. Essa conjutura causa vulnerabilidade socioeconômica, além de gerar patologias psíquicas, como ansiedade e depressão, as quais podem destruir vidas e famílias em um piscar de olhos. Em razão disso, esse empeço demanda soluções efetivas.

Portando, medidas concretas devem ser tomadas para revogar o escravismo contemporâneo. Assim, o Ministério do Trabalho, órgão responável por monitorar os serviços, deve intensificar as fiscalizações em áreas suspeitas, por meio de videomonitoramento, a fim de erradicar a escravidão atual. Dessa forma, a nação não voltará ao período colonial, fazendo do Brasil um lar mais feliz e igualitário.