O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 21/07/2021
Em 1888, a escravidão no Brasil chegava ao fim com abolição pela princesa Isabel com a Lei Áurea, isso foi feito através de um processo longo e complexo com diversos fatores envolvidos. Assim sendo, o período relatado deixa duas consequências atualmente, as condições precárias que vivem os trabalhadores e que são submetidos ao trabalho escravo, e por último a desigualdade social oriunda do Brasil imperial.
Em primeiro lugar, é importante resaltar as condições ruins imposta ao trabalho que reflete na situação do trabalho escravo. Pórem, a Declaração Universal dos Direitos Humanos diz o contrário mediante o artigo 23, que descreve que todo ser humano possui liberdade para as condições justas e favoráveis ao trabalho. Nesse contexto, a criação de direitos e leis é importante, em virtude de evitar que eles sejam submetidos a condições péssimas sem saberem.
Em segundo lugar, o trabalho escravo contemporâneo é um resultado direto da desigualdade social que são submetidos aqueles que descendem dos escravos originais do Brasil imperial. Segundo o filosófo Jean-Jacques Rousseau em sua obra Contrato Social, argumenta que a desigualdade social deve deixar de existir, pois priva o exercício da liberdade. Diante desse quadro, a desigualdade social influencia na falta das políticas públicas, essa que por sua vez permite que não haja a inclusão dos trabalhadores.
Portanto, é necessário a criação de medidas relacionadas ao trabalho escravo. Logo, cabe ao Estado, por meio do Poder Legislativo, ter a função de criar leis com o propósito de melhorar as condições de trabalho. Do mesmo modo, o Governo Federal precisa investir na criação de políticas públicas para que tenha uma taxa de inclusão maior desses trabalhadores em empregos. Com isso, espera-se a diminuição de taxas de trabalho escravo no Brasil, bem como a conscientização do empregador.