O trabalho escravo no Brasil contemporâneo

Enviada em 21/07/2021

É notório que o trabalho escravo ainda é uma realidade, e a falta de combate acarreta vários problemas e consequências à população brasileira. Esse infortúnio é ocasionado pela exclusão social desses indivíduos à educação e ademais, pela má aplicação do artigo 4.º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Uma vez Paulo Freire disse: “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. O que ainda se pode relacionar à situação do corpo social brasileiro, posto que, muitos indivíduos vivem afastados de um ensino adequado, são analfabetos, e não receberam uma conscientização adequada acerca de seus direitos trabalhistas e humanos. Deste modo, bastantes cidadãos encontram-se reduzidos a trabalhar em circunstâncias análogas à escravidão e desenvolvimento da população fica prejudicado.

O Estado está incumbido de concretizar os direitos previstos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, tal como o inciso 4.º, o qual exprime: “Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão”. Porém, isso não vem ocorrendo, visto que, por uma inábil execução da lei, o número de pessoas que operam à força no setor agrário, têxtil, etc., só aumenta.

Portanto, cabe ao Estado melhorar as políticas públicas de prevenção, criando campanhas para incentivar a nação a aumentar a quantidade de alunos matriculadas em escolas, especialmente desde o ensino infantil. Demais, compete a comunidade participar ativamente dos atos de democracia, denunciando em canais de denúncia, como, por exemplo, o Disque 100, para o combate a condições análogas à escravização.