O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 30/12/2020
A filósofa Hannah Arendt desenvolve, em sua obra “Eichmann em Jerusalém”, o termo ‘‘Banalidade do Mal", o qual aponta a acomodação das pessoas frente às dificuldade que destroem a sociedade. De maneira análoga, esse cenário antâgonico é fruto tanto da falta de informação, quanto da dificuldade dos Orgãos Públicos em fiscalizar. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
É primordial ressaltar que á ausencia de informaçao sobre a escravidão ainda está presente na atualidade. Na “Era Vargas” , houve um grande investimento no setor industrial, o que provocou a criação das Leis Trabalhista. Porém, mesmo com 132 anos de abolição da escravatura ainda persiste na sociedade. Entretanto, a falta de informação fez com o que as pessoas acreditassem que a escravidão, mesmo de forma indiretamente, não existiria evidencias na contemporaneidade. Assim, é vital compreender as causas e consequências da problemática, a fim de promover o trabalho escravo no Brasil.
Ademais , é valido salientar que a dificuldade em fiscalizar contriu para persistência do problema. Segundo filósofo Inglês Thomas Hobbes, “homem é o lobo do próprio homem”. transpondo essa citação, o homem é capaz de colocar em risco a sua própria espécie. Outrossim, muitos empresários de classe altas aproveitam-se da vulnerabilidade das pessoas e submetem nas condições precárias. Portanto, trazer a pauta esse tema e debate-lô amplamente aumentaria a chance de atuação nele.
Entende-se, logo, que medidas em prol da sociedade devem ser tomadas. Para isso, cabe ao Poder Executivo promover uma fiscalização e penais mais rigorosas em relaçao a Lei Áurea. Essa ação deverá ocorrer por meio de investigação e operações, com objetivo de que acabe com o trabalho escravo na atualidade. É também importante que a Mídia invista em propagandas socieducativas para que possam ensinar como denunciar esse tipo de crime. Assim, poderá consolidar um Brasil melhor.