O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 19/12/2020
A história do Brasil é marcada por mais de três séculos de escravidão, nos quais os índios e negros eram utilizados como mão de obra. A partir do século XIX, iniciou-se a criação de leis abolicionistas, tais como a Lei Euzébio de Queiroz e a Lei do Ventre Livre e a Lei Áurea, vigorada em 1888, cuja finalidade abolia a ecravatura. Muitos sabem que o trabalho escravo não foi totalmente extinto e, sim, disfarçado. Assim sendo, os desafios para combater essa prática desumana e ilegal precisam sem vencidos. Nesse sentido, percebe-se que a desigualdade social é uma das principais causas deste problema juntamente com a falta de fiscalização trabalhista.
Em locais onde habitam as populações mais carentes, o nível de escolaridade é muito baixo. Consequentemente, essas pessoas não são capazes de encontrar empregos regulares que obedeçam e garantam todos os direitos do trabalhador, gerando a necessidade de procurar qualquer trabalho que forneça sustento básico. Além disso, crianças cujos pais encontram-se nesta situação tendem a possuir mais dificuldade para acessar educação de qualidade, o que transforma o problema em um ciclo.
A falta de conhecimento dos direitos trabalhistas e de novas formas de escravidão por uma parcela significativa da população, além da falta de uma maior fiscalização por parte do Ministério do Trabalho, como também, a falta de denúncias e boicotes de empresas, cujo nome está na Lista suja, por parte da população, agravam de forma significativa para apermanência desse problema.
Desse modo, medidas são necessárias para resolver esste impasse. O Ministério do Trabalho juntamente com as ONGs (Organizações não Governamentais) devem se unir e criar capanhas de conscientização popular sobre as leis trabalhistas, e ceder subsídio às pupulações carentes para que as mesmas não precisem se submeter a empregos que violem os Direitos Humanos, reduzindo assim, a taza de escravidão no Brasil contemporâneo.