O trabalho escravo no Brasil contemporâneo
Enviada em 20/07/2021
Em outubro de 1988, uma sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história do Brasil: uma Constituição Cidadã cujo conteúdo garante o direito a condições dignas de trabalho. Entretanto, a conjuntura analóga a escravidão no Brasil contemporâneo impede que os brasileiros usufruam desse direito constitucional. Dessa forma, é valido pontuar a banalização do mal, bem como o silenciameno como agravantes desse infortúnio.
De início, a perpetuação da escravidão no Brasil evidendia-se a maldade humana. Sób esse aspécto, Hannah Arenot - expoente escritora do século XX- divulgação do conceito de banalidade do Mal, segundo o qual a crueldade está enraizada no cotidiano dos sujeitos. Nesse viés, o fenômeno dununciado por Arenot, se mostra presente nas instituições que trabalho, onde observa-se a privatização do direito a liberdade e se manisfesta na forma de opressão física, psicológica, isolamento ou trabalho em troca de pagamento por dívidas, representando grave problema. Assim, enquanto a prática de submissão em ambiente de produção se mantém no Brasil, será obrigado a conviver com um dos mais sérios desembaraço para o servidor: uma maldade humana.
Ademais, a lacuna educacional é outro fator recorrente pois gera o crescimento da desinformação, sobre os direitos do trabalhador. Nesse âmbito, de acordo com o pai da nação Sul Africana, Nelsom Mandela, a educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo. Dessa maneira, é notável que a falta de debates sobre a questão em questão escolar, local de formação crítica dos cidadãos, acarreta um aumento no número de pessoas em condições semelhantes a escravização e, do mesmo modo não usufruindo da educação para trazer melhorias a sociedade , como dito por Mandela. Logo, é fundamental intervenção estatal para atenuar essa lacuna existente no sistema educacional.
Desprende-se, portanto, que o trabalho escravo no Brasil contepôraneo são circunstancias nocivas carecedoras de solução. Sendo assim, cabe ao Ministério da Educação, orgão de procura alta para o país, acrescentaentaenta a ementa escolar brasileira - do ensino fundamental dois ao ensino médio conteúdo que busquem desenvolver nos alunos práticas altruistas, como forma de combater a maldade humana nas gerações futuras, além de temas sobre os direitos e deveres do trabalhador que deve ser ministrados por meio de palestras, debates e aulas dinâmicas, a fim de que todos tenham consciência da importância do trabalho em situações humanitárias. Somente assim, como almejado na Constituição Cidadã será possível obter condições dignas de serviços no Brasil.